<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136</id><updated>2012-01-14T15:45:39.033-08:00</updated><title type='text'>Impressionantes Impressões</title><subtitle type='html'>... Reflections of mine...</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>12</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-7458682406283196511</id><published>2012-01-01T16:13:00.000-08:00</published><updated>2012-01-04T08:16:40.985-08:00</updated><title type='text'>Profunda Alegria Profunda</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-Vo-mCODHNfQ/TwD2q7X7SGI/AAAAAAAAGrI/vmjfhcQKlG4/s1600/casa+das+letras.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="480" src="http://4.bp.blogspot.com/-Vo-mCODHNfQ/TwD2q7X7SGI/AAAAAAAAGrI/vmjfhcQKlG4/s640/casa+das+letras.jpg" width="640" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Que saudades tinha eu de mim trivial... em termos de trivialidades; para onde foi a minha profundidade agora que só consigo escrever no registo da trivialidade? ... Sucede de tempos a tempos, é bom quando sucede, é bom de estar, de sentir, vive-se o presente. Sabe-se onde se está, não há grande perguntação no que a futuros acontecimentos diz respeito. Confia-se que vai correr tudo bem, pergunta-se menos, vive-se mais, pára-se menos, anda-se mais. Mas terei eu de escolher? Não conseguirei eu ter o bom destes dois mundos, destas duas partes de mim? Tem um alegre de ser necessariamente superficial? É a alegria necessariamente uma consequência da insconsciência? Diria que alegria é escolha dos privilegeados, mas, ainda assim, escolha. Não insensibilidade, mas resolução de estar bem apesar de tudo o que está mal, que quase parece ser mais do que o que está bem, mas não é, estou convicta (como quantificar?). Tem o aumento da seretonina o preço da assustadora superficialidade? Não pode, não seria justo, o mundo é terrível, mas não tanto assim. Virei-me para fora, ando assim virada agora, que é quando se conseguem fazer mais coisas ao mesmo tempo e eu agora faço muitas coisas ao mesmo tempo, que era coisa que eu sempre havia desejado fazer. Mas desejo agora, que esse e outros desejos se cumpriram, aliar estabilidade e profundidade; peço para ser capaz de olhar para mim e para o meu percurso com a mesma amplitude que quando estou desnorteada. Não é porque não estamos perdidos - ou porque de repente começámos a acreditar que não estamos - que não precisamos olhar a paisagem ao redor. É no momento de não estarmos perdidos que existem as melhores condições para que melhor se aproveite e desfrute das imagens que nos cruzam o caminho. Mas consegue um ser humano a habilidade de destrinçar nesse quadro tantas coisas como quando não está em pânico nem em perigo iminente? Que as situações limite têm o condão de nos trazer coisas que estavam guardadas há muito e que nem sabíamos possuir, coisas que voltamos a arrecadar mesmo sem querer quando abandonamos a fronteira que as despoletou. Queria conseguir. Queria ser capaz, queria, queria, queria... terei de abandonar ocasionalmente este meu momento de virar para fora com um momento de virar para dentro, ou conseguirei fazer ambos os momentos coexistir em harmonia? Simultaneamente, que agradável seria. Que equilibrado. Quem me dera aqueles momentos em que a adolescência mal resolvida volta a mim para ser revivida, não nos termos dos antigamentes, mas nos termos dos actualmentes, em que me sinto com vontades semelhantes às das adolescentes - passar-me-ão algum dia tais "vaipes"? Por vezes penso que vieram para ficar, o que não me aflige. Terei facilidade em conservar em mim a juventude, eis algo que sempre soube fazer, e isso passa também por saber aceitar e aproveitar "vaipes" de adolescência não tão adormecida quanto isso tudo...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-7458682406283196511?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/7458682406283196511/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=7458682406283196511&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7458682406283196511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7458682406283196511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2012/01/alegria.html' title='Profunda Alegria Profunda'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-Vo-mCODHNfQ/TwD2q7X7SGI/AAAAAAAAGrI/vmjfhcQKlG4/s72-c/casa+das+letras.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-9525542317841526</id><published>2011-08-28T08:56:00.000-07:00</published><updated>2012-01-01T17:32:24.017-08:00</updated><title type='text'>Arco-Íris</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/SfhgRms8KzI/AAAAAAAAEhE/pmS-4wNRhTY/s1600-h/rainbow.jpg"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="372" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330116014556064562" src="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/SfhgRms8KzI/AAAAAAAAEhE/pmS-4wNRhTY/s640/rainbow.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/a&gt; Antigamente, quando à face da Terra se acreditava em contos de fadas e em sonhos, as pessoas todas sabiam que, no final do arco-íris, havia um grande tesouro, que haveria de trazer riqueza e prosperidade a quem conseguisse percorrer o misterioso, atribulado e sinuoso caminho até lá chegar... um caminho que ninguém sabia ao certo como percorrer, já que o arco-íris é daquelas coisas que quanto mais próximo se chega, menos bem se vê... torna-se difuso, confuso, disperso, mais transparente ainda e dispersa-se, sumindo-se como se nunca tivesse existido, fazendo-nos questionar se aquele arco de cores que tão bem havíamos distinguido ao longe não passaria e uma mera ilusão de óptica, uma partida da nossa mente, daquelas como ela tanto gosta de nos pregar...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="425" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330116350039016802" src="http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/SfhglIeTxWI/AAAAAAAAEhM/nndIBorpWQk/s640/rainbow_elam_1.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O arco-íris... daquelas coisas que apenas ocorrem quando certas condições se conjugam e o permitem... que de tão raras e belas são desejadas... mas quando as nossas mãos tentam agarrá-las, se esvaem e desaparecem... revelam-se não se revelando, permanecendo no seu eterno mistério... assim são as coisas que são feitas de luz... de energia pura. As privilegiadas por Deus, únicas que conseguem viajar à velocidade máxima permitida neste mundo a tudo aquilo que existe... talvez por isso a velocidade me fascine, talvez eu queira tornar-me luz e iluminar tudo ao meu redor, talvez eu queira tornar-me luz para ser energia pura... será isso possível? Haverá de facto limites neste mundo? Ocorrerá nesta dimensão algo que seja realmente "puro", cuja pureza não possa ser destronada por pureza ainda superior? &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Que misterioso confuso e complexo Universo este em que nos encontramos... ou talvez complexa, confusa e misteriosa mente esta que nos foi dada, rudimentar instrumento com que fomos apetrechados para descodificá-lo... ou ainda ínfima a capacidade que descobrimos até aqui, dentro das possibilidades de tal instrumento...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;img alt="" border="0" height="640" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330116349753693730" src="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/SfhglHaSFiI/AAAAAAAAEhU/dXOAgNCb_NQ/s640/rainbowflower.jpg" style="display: block; margin: 0px auto 10px; text-align: center;" width="480" /&gt;A luz e a cor... ou a ausência dela e a fusão de todas as cores... um dia o tesouro será encontrado... e que dor... e que alívio... às vezes penso se seria pelo tesouro em si... ou se pela simples vontade de poder mostrar ao mundo que se deve acreditar nos sonhos...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;(22/06/2010)&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-9525542317841526?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/9525542317841526/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=9525542317841526&amp;isPopup=true' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/9525542317841526'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/9525542317841526'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2010/06/arco-iris.html' title='Arco-Íris'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/SfhgRms8KzI/AAAAAAAAEhE/pmS-4wNRhTY/s72-c/rainbow.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-8023668913291831717</id><published>2011-08-28T08:55:00.000-07:00</published><updated>2012-01-01T17:33:09.079-08:00</updated><title type='text'>Mudança...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;img height="480" src="http://a4.sphotos.ak.fbcdn.net/hphotos-ak-ash4/267842_170973579635017_170686509663724_434077_4047175_n.jpg" width="640" /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Começar de novo em outro lugar... tantos dariam tudo por isso... mudar, mudanças... não consigo perceber o que acho e o que sinto quanto às mudanças... sinto falta delas se não acontecem, mas quando acontecem, com frequência se tornam maiores e mais fortes que eu... não as consigo acompanhar! Deve ser por isso que, em tantos momentos, teimam em não suceder... Como eu queria ser maior, esticar, crescer... poder com o mundo inteiro às costas e que ainda sobrassem forças e tempo! Tanto que há para fazer e para viver! ... Mas eu não chego para tudo o que queria chegar... foi tempo que perdi? Talvez... ou talvez não. Um passado feliz é perigoso... agarra-nos a ele e dificulta a felicidade mais adiante, por permanente comparação... ou não... dá-nos suporte para enfrentarmos as tempestades a que a vida tanto gosta de gosta de nos submeter... torna-nos mais exigentes, mas isso também nos leva mais longe, talvez! Não, por mais que sinta necessidade de mudanças, não fui feita para mudar... mas mesmo assim, mudo... não fui feita para me adaptar ao mundo; fui feita para que o mundo se adapte a mim - insensatez... ou talvez não. Mudar; um dia aprendi a mudar. Mudo todos os dias e gosto dessa mudança que eu mesma preconizo; mas a par com essa mudança há coisas que mudam e não deveriam mudar... deveriam permanecer no mesmo lugar, fazem-me falta lá! Há coisas que queria que mudassem, há coisas que queria que permanecessem... Nenhum dia igual! Gosto de mudança! Mas daquela mudança que eu possa acompanhar...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-8023668913291831717?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/8023668913291831717/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=8023668913291831717&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/8023668913291831717'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/8023668913291831717'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2011/08/mudanca.html' title='Mudança...'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-7743166494593845594</id><published>2011-08-28T05:14:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T05:20:46.172-07:00</updated><title type='text'>E por estes dias, que me anda a impressionar?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-bzEzHW86op8/TlookrQuCQI/AAAAAAAAGh4/uSs5hsaz_qo/s1600/marta_glinska7.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-bzEzHW86op8/TlookrQuCQI/AAAAAAAAGh4/uSs5hsaz_qo/s1600/marta_glinska7.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Impressiono-me eu a mim mesma, que somos fonte de constante estupefacção, se repararmos bem. Encontro-me em estado de permanente estupefacção e impressionação - talvez seja filósofa - por isso este blog. Impressiono-me pela maneira como consigo perder-me de mim mesma, achando que estou no caminho certo. Um dia, chego a uma colina, olho ao redor e vejo que me perdi outra vez de mim. Questiono-me onde estou eu e volto para trás, a refazer o caminho já caminhado, para perceber onde fiquei, para me ir buscar a mim mesma e prosseguir completa a viagem. Questiono-me como pode ser, se segui o caminho certo, se fiz tudo aquilo que podia fazer - é pouco, deve ser. Prometo-me a mim mesma que não mais o farei - perder-me assim - muno-me de tudo a que consigo deitar mão para evitar futuro semelhante desvio de rota. Digo-me que não foi propriamente um desvio, que foi simplesmente um momento de recolhimento de mim mesma - e mesmo assim, acho injusto. Nasci agarrada a mim, nascemos todos agarrados a nós mesmos; nada há que possamos fazer em contrário e ainda bem. Tudo o que conseguirmos ser ou não ser, jamais será alheio a quem somos - ainda que seja esse um enorme enigma, isso do que somos. Nascemos com a percepção de quem somos, alguma pelo menos, ainda que seja a vida quem está encarregue de nos ir mostrando um reflexo de nós; tal como apenas temos a percepção do nosso corpo de o olharmos ao espelho, sem nunca termos a possibilidade de nos olharmos a nós mesmos. Questiono-me, então, porque motivo ficamos nós privados de nós mesmos em certos momentos da vida? Porque nos transformamos apenas naquilo que "temos" de ser e não naquilo que somos verdadeiramente? Ficamos reduzidos a parte de nós. A maioria das pessoas não se apercebe que isto lhe acontece; muitos vivem com uma parte muito limitada de si próprios, julgando que são apenas aquilo. E é curioso que, quanto mais nos limitamos a essa mediocridade, mais a vida nos acalca e obriga a ocupar cada vez menos espaço. Como se achasse que é isso que nós queremos, e muitas vezes é. Mas não é isso que eu quero. Irrita-me até ter de aprender a obrigar o meu volumoso ser a caber nos&amp;nbsp;interstícios&amp;nbsp;de seres que nada me dizem, de coisas que não me pertencem. De gente e de coisas que não são eu. E eu estou em tantos sítios, porque me obrigam a estar onde não estou? Gosto de mim como completa como sou!&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Seguir o caminho certo nem sempre é certo. É tantas e tantas vezes errado, limitado. Por isso me perdi de mim mesma; é que segui o caminho certo, esquecendo-me de que no mundo não existem caminhos certos, ou que todos são certos, ou talvez todos sejam errados. Tive de parar por um instante voltar atrás, resgatar-me, mas será que me resgatei? Será que conseguirei sentir-me completa ou foi apenas mais um pouco de mim que consegui trazer comigo? Qual a parte de mim que consegui resgatar, apenas o tempo mo irá dizer, apenas ele mo pode revelar.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Continuarei a reunir tropas; defender-me-ei com todas as forças, para que a vida não me leve de mim outra vez... se mal me descuido e lá fiquei pelo caminho! Não acontece pela primeira vez... Que zanga e que raiva - mau sinal. Sinal de que se repetirá mais outra vez. Ou não, talvez... se conseguir diluir a frustração e a impotência num mar de bom senso e equilíbrio... se conseguir estar atenta, suficientemente atenta... só assim conseguirei não me voltar a perder de mim...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-7743166494593845594?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/7743166494593845594/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=7743166494593845594&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7743166494593845594'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7743166494593845594'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2011/08/e-por-estes-dias-que-me-anda.html' title='E por estes dias, que me anda a impressionar?'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/-bzEzHW86op8/TlookrQuCQI/AAAAAAAAGh4/uSs5hsaz_qo/s72-c/marta_glinska7.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-7157351842452494196</id><published>2011-08-28T03:48:00.000-07:00</published><updated>2011-08-28T03:53:39.439-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-0siiv-YMbvg/Tloc5a9w51I/AAAAAAAAGh0/rWNOqYgIsvc/s1600/tumblr_l81st0JeRu1qaj8d3o1_500_large.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-0siiv-YMbvg/Tloc5a9w51I/AAAAAAAAGh0/rWNOqYgIsvc/s1600/tumblr_l81st0JeRu1qaj8d3o1_500_large.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Um ditado antigo diz: "Se o homem errado usar os meios certos, os meios certos operarão de uma forma errada". Este ditado chinês, infelizmente verdadeiro demais, estabelece um contraste agudo para nossa crença no método "certo", independentemente da pessoa que o aplica. Na realidade, tudo depende da pessoa e pouco ou nada do método. (C G Jung).&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-7157351842452494196?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/7157351842452494196/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=7157351842452494196&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7157351842452494196'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/7157351842452494196'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2011/08/um-ditado-antigo-diz-se-o-homem-errado.html' title=''/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/-0siiv-YMbvg/Tloc5a9w51I/AAAAAAAAGh0/rWNOqYgIsvc/s72-c/tumblr_l81st0JeRu1qaj8d3o1_500_large.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-6149558154161271321</id><published>2011-07-14T08:14:00.000-07:00</published><updated>2011-07-14T08:14:14.489-07:00</updated><title type='text'>Exprimir... pela música...</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Era uma vez… o MAE três… Era uma vez… a música, e gente a aprender coisas de música e de som. O coração a bater forte e a tamborilar de encontro às paredes do peito: e agora, o que nos espera? Expectativa e curiosidade; depois da habitual caminhada até ao Torreão: música, música, música… os pedagogos e o ensino da música. E restará a alguém alguma dúvida acerca do quão benéfica pode a música ser? Da importância que tem para as crianças que agora dão os seus primeiros passos neste mundo, tão cheio de coisas feias e más… o que seria de nós todos, se não fossem coisas como a música que nos devolvem a esperança e nos fazem ver a beleza da vida?! E nos mostram o que de mais belo o ser humano guarda dentro de si, esse que, todos os dias a todo o momento, se ocupa de deixar ver o que não lhe fica bem… A magia da música, que entra pelos poros da pele, e pelos ouvidos, e se espalha por todo o nosso ser, aliviando as dores e curando os males… os da mente, e do corpo também, pois que uma mente sã faz um corpo são… e a magia da música faz crescer as crianças com condições para serem melhores pessoas, pois se lhes desenvolve aptências e capacidades, se lhes liberta a mente e aviva a criatividade! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As vantagens que o ensino da música pode ter são óbvias e inúmeras… sempre o soube, sempre o senti. Pois se a música é vida para mim. É ela que me faz respirar em momentos de angústia, e que me liberta das dores dos dissabores… a que me faz esquecer de mim quando de mim não quero lembrar-me… &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Lenga-lengas, voltar à infância! Mãe, como eu queria ouvir-te novamente cantares-me canções para me embalar… dão-badalão… cabeça de cão… orelha de gato, não tem coração! Quente e reconfortante memória, dos tempos em que a vida e o mundo eram bem mais simples… e a música estava lá… neste seu estado de simplicidade também, simplicidade e repetição, que assim, quando se é criança, interioriza-se melhor; a música ecoa melhor por cada esquina no nosso corpo frágil e pequeno…&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Depois, as expressões unem-se e fundem-se num só momento de expressão; canções recriadas e encenadas; gente a dar de si e da sua criatividade! A esticar-se e a esticá-la até aos limites! Sejamos quem somos, cada vez mais, descubramo-nos a todos os instantes… que momentos de iluminação vivemos nós em Silves! Eis quem somos! A nossa essência derramada pelo chão do Torreão, pelas tabulas de madeira, no Castelo, pela atmosfera, pelo ar, uns pelos outros… jamais seremos os mesmos. Mágicos momentos, estes, que nos levam a dar de nós… explorar quem somos e até onde podemos ir… pelo menos, por hora! Já que a expressão pela arte é como um vício e um bicho que se nos instala na alma e depois nos puxa sempre para mais e mais, não nos dando sossego! Explorar quem somos e criar, criar, criar… recriar-nos, reinventar-nos, é descobrir-nos, na verdade! Renascer com tanta criação… libertar-nos de nós mesmos e de tudo o resto, para sermos um pouco mais quem somos na realidade. &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Alma lavada e para sempre renovada…quero mais!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Canções e mais canções, dramatizar canções, inventar-lhes letras novas! Tanto que podemos fazer e é preciso tão pouco para muito nascer… quanto menos de coisas se tem, mais de criatividade se usa, mais se cresce! Quatro paredes e um punhado de gente chega perfeitamente!&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E poemas em canções! Ah, meninos de todas as cores visitaram-nos em Silves… pretos e brancos, vermelhos e amarelos, castanhos esborratados da terra que é castanha e esborrata sem sujar, num êxtase da alma que se liberta e fica mais forte de se libertar! Índios, chineses… brancos da cor do açúcar e dos cremes dos bolos feitos de nata… que doce! Doces as vozes que se elevam num canto em uníssono, ao som da doce guitarra, doçura escondida por trás das máscaras brancas e doces… pretos da estrada preta ondulante, que leva ao infinito… índios vermelhos, loucos de gritos e de danças desenfreadas… amarelos da cor do sol e do girassol, mantra inesquecível: “é bom ser amarelo, é bom ser amarelo… é bom ser…”&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Acordei. Foi tudo um sonho? Não! Hoje há mais! Aquecimento feito em ritmo acelerado pelas ruas íngremes acima… era tarde, tanta coisa bela para viver em tão pouco tempo… as pernas e os braços e o resto também, que não responde da mesma maneira que eu gostaria que respondesse… dias que se acumulam uns em cima dos outros e pesam… estes são leves, não leves para o corpo, mas leves para a alma… só que o pouco que pesam, pesam em cima dos outros que ficaram para trás, ainda antes de Silves existir… só um esforço mais, calçada engolida pelos passos apressados e pela vontade de chegar… e hoje, que nos espera?&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ginástica! Ou será ioga? Parece! Barriga para dentro e para fora, respiração abdominal, aprender a descontrair, saber o que beber e como beber para que a voz seja devidamente cuidada… como e onde sentar! Muito cuidadinho, nada ao acaso, nada é esquecido! E a minha voz jamais voltaria a ser a mesma; um fio perdido no infinito, mas ainda assim, ar vindo do fundo dos pulmões, quase da barriga, deitado cá para fora como deve ser, passando como deve ser pelas cordas vocais… umas horas apenas e eis a diferença! Sete anos a treinar a respiração, e nunca a voz… Depois, agora que já sabemos onde pôr a voz bem posta, cantemos! Vamos até África e deixemo-nos inebriar pelos sons contagiantes da bela Zomina… cantemos em coro, que quem canta seus males espanta! Cantemos bem alto, soltemos tudo o que temos para dar, para o ar; fique o que temos para dar para quem o apanhar! &lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;embed align="middle" flashvars="cy=lt&amp;amp;il=1&amp;amp;channel=2954361355595664929&amp;amp;site=widget-21.slide.com" name="flashticker" quality="high" salign="l" scale="noscale" src="http://widget-21.slide.com/widgets/slideticker.swf" style="height: 475px; width: 600px;" type="application/x-shockwave-flash" wmode="transparent"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: left; width: 600px;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-6149558154161271321?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/6149558154161271321/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=6149558154161271321&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6149558154161271321'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6149558154161271321'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2011/07/exprimir-pela-musica.html' title='Exprimir... pela música...'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-5550611656222194862</id><published>2011-04-24T17:07:00.000-07:00</published><updated>2011-04-24T17:08:22.289-07:00</updated><title type='text'>Que me impressionou hoje?</title><content type='html'>&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-rbjFPbU6QQo/TbS7E-CTjyI/AAAAAAAAGWw/T6uzP7elQ_4/s1600/A_mudan%25C3%25A7a_%25C3%25A9_criada_por_aqueles_cujas_imagina%25C3%25A7%25C3%25B5es_s%25C3%25A3o_maiores_que_as_suas_circunst%25C3%25A2ncias.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="320" src="http://1.bp.blogspot.com/-rbjFPbU6QQo/TbS7E-CTjyI/AAAAAAAAGWw/T6uzP7elQ_4/s320/A_mudan%25C3%25A7a_%25C3%25A9_criada_por_aqueles_cujas_imagina%25C3%25A7%25C3%25B5es_s%25C3%25A3o_maiores_que_as_suas_circunst%25C3%25A2ncias.jpg" width="308" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;Impressionou-me que, por&amp;nbsp;vezes,&amp;nbsp;seja possível o que, possivelmente, poderia parecer impossível. Não, nada de especial, está tudo bem, tudo normal. Nada de extraordinário se passou, ou talvez sim; se virmos bem, tudo é extraordinário, assim se passe... e mesmo que se não passe. Tudo é extraordinário. É extraordinário que tudo tenha sucedido como esperado, e que ainda assim, nada fosse sentido como sendo esperado. Como é que não se espera aquilo que é esperado? Pode parecer que não, mas existe resposta para esta aparentemente estúpida questão: trazendo dentro de nós o inesperado e a estupefacção. Se voltando atrás ao passado, tudo me parece novo e inesperado. Se pensei que podia andar para trás no tempo, mas vi que a porta se havia fechado. Para trás ficou a turbulência; que tempestades maiores se avizinham, mas tempestades essas não feitas para me cortar o fluxo do ar que necessito para respirar. Tempestades essas em que posso usar tudo o que tenho, sem me serem cobardemente tolhidas as possibilidades. Dessas, das grandes, não tenho medo, ou sequer receio; a mim assustam-me as pequenas tempestades que sequer o seriam, não fosse eu estar privada de mim mesma; tempestades que se formam dos pulsos que tenho atados atrás das costas.&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ou será que não ficou? Para trás? A turbulência? Parece-me... que ficou. Ou parece-me que um outro tipo de turbulência se lhe seguiu... estou deveras impressionada. Com a não normalidade. Mas isso é bom; afinal, eu queria que tudo mudasse. Foi por isso que o fiz. Queria que só o que eu queria fosse como dantes e tudo o resto não fosse. Estou impressionada, porque até o que não mudou, mudou. Não mudou, mas está diferente; está diferente no meu sentir. Olho as coisas e sinto diferente, as mesmas coisas estão diferentes; mudaram os olhos, foram os olhos que mudaram.&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O meu reflexo é o mesmo, mas está diferente.&amp;nbsp;Reflicto como sempre reflecti, mas agora de forma diferente, não sei porquê, nem onde está a&amp;nbsp;diferença, mas sinto-a. A diferença está no meu sentir. Fora de mim, talvez nem exista tal diferencial, mas se existe tudo aquilo que a mente pode conceber, talvez exista também tudo aquilo que o sentimento conceba.&amp;nbsp;&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O que é pretendido de mim? Irei continuar assim, impressionada? Espero que sim! Serão estes olhos verdadeiramente novos, ou peça usada vendida como outra que nova fosse? Só o tempo o dirá... tempo, tão cruel quanto misericordioso tempo. Aguardo, já que outra opção não me resta. O que está para nascer dos campos que tão arduamente semeei? Semeei sem saber o que semeava; semeei sem saber que sequer o fazia, até que um dia percebi estar a semear. E aí soube que a época da sementeira estaria para acabar...&amp;nbsp;&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;iframe allowfullscreen="" frameborder="0" height="390" src="http://www.youtube.com/embed/kDiEwyxqMd4" title="YouTube video player" width="480"&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-5550611656222194862?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/5550611656222194862/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=5550611656222194862&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/5550611656222194862'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/5550611656222194862'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2011/04/que-me-impressionou-hoje.html' title='Que me impressionou hoje?'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-rbjFPbU6QQo/TbS7E-CTjyI/AAAAAAAAGWw/T6uzP7elQ_4/s72-c/A_mudan%25C3%25A7a_%25C3%25A9_criada_por_aqueles_cujas_imagina%25C3%25A7%25C3%25B5es_s%25C3%25A3o_maiores_que_as_suas_circunst%25C3%25A2ncias.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-6377791077940447160</id><published>2011-01-03T07:17:00.000-08:00</published><updated>2011-04-24T17:38:00.808-07:00</updated><title type='text'>Eu tenho um coração vermelho</title><content type='html'>&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sa6brLaQF6I/AAAAAAAAEOg/KtiRA5qcv00/s1600-h/cora%C3%A7%C3%A3o-vermelho-thumb2376187.jpg" onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}"&gt;&lt;img alt="" border="0" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309352176815970210" src="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sa6brLaQF6I/AAAAAAAAEOg/KtiRA5qcv00/s400/cora%C3%A7%C3%A3o-vermelho-thumb2376187.jpg" style="cursor: pointer; display: block; height: 272px; margin: 0px auto 10px; text-align: center; width: 300px;" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;br /&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:612.0pt 792.0pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:36.0pt; 	mso-footer-margin:36.0pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Eu tenho um coração vermelho, de feltro. Daqueles que as pessoas fazem em casa, manualmente, e depois vendem aqui e ali. Não costumo gostar do feltro… basta uns tempos nos bolsos para ficar com mau aspecto. E se calhar, pensando bem, até gosto do feltro, porque gosto de coisas velhas e cansadas, e o feltro, ao fim de pouco tempo, parece assim, velho e cansado, como eu gosto… gosto de coisas velhas e cansadas, acho sempre que devem ter imensas histórias para contar. Ou talvez não goste do feltro, porque esse aspecto raramente se deve às marcas de tempo e acontecimentos &lt;st1:personname productid="em quantidade. Hoje" st="on"&gt;em quantidade. Hoje&lt;/st1:personname&gt; o meu coração, grande e vermelho, caiu ao chão. E o chão estava sujo e molhado, porque choveu toda a noite. Choveu e fez vento, muito vento. E o chão ficou molhado, e quando o meu coração grande e vermelho caiu, ficou sujo. Na parte de trás… Sujou-se. E molhou-se também. Encostei-o à face e estava molhado, molhou-me a cara, um pouco, junto ao olho, como se fosse o rasto ténue de uma lágrima.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Ao meu redor, pessoas. Pessoas que nada sabem a respeito do meu coração, que, indiferentes, seguem viagem comentando trivialidades, banalidades. Elas viram, mas não repararam, não perceberam que o meu coração caiu no chão molhado e se sujou. Ou se repararam, acharam que não era importante. O mais importante do mundo são os reclames da televisão, o trabalho que é horrível e as casas para pagar. As casas para pagar. As pessoas ao meu redor tagarelam sem cessar. Nada sabem a respeito do meu coração, vermelho e grande, de feltro, novo, mas com aspecto velho e cansado. Nada sabem e eu também não digo. Não há espaço para palavras de outra natureza, não há espaço para sentimentos. Não há espaço para as palavras que falam dos sentimentos no meio das palavras que falam de trivialidades. As palavras que falam de trivialidades ocupam muito espaço, porque estão sempre inchadas do ar do vazio do quotidiano e da normalidade. As palavras que falam de trivialidades flutuam pelo ar e volatilizam o rasto ténue de lágrima que o coração molhado deixou. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O meu peito de estilhaços contrai-se sobre os estilhaços e dói de piedade pelo coração grande, e vermelho, e de feltro, e sujo e molhado. Que pena, penso eu… que pena!! Nunca mais será o mesmo, mesmo que eu peça à mãe, eterna enfermeira de corações sujos e outras coisas partidas, despedaçadas, estilhaçadas. Nunca mais será o mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;O coração grande e vermelho, sujo da dor dos sonhos irrealizáveis, sonhados por vontade própria, por loucura própria, porque a vida é para ser vivida intensamente, minuto a minuto, como se não houvesse amanhã, ignorando todos os avisos, todos os perigos, a dor que sorri por trás da cortina transparente dos meus sonhos insensatos. A sensatez serve para proteger da dor. A sensatez costuma também proteger-nos da própria vida… por impedir-nos tantas vezes de viver… e proteger-nos da própria vida é insensato, se estamos neste mundo para viver. Se só vivendo se aprende alguma coisa sobre o que é isto de se existir. Ou talvez não. Talvez mesmo vivendo não se aprenda nada. Ou talvez viver não seja a única forma de se perceber o que é isto de existir. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Agradeço, mas dispenso as lágrimas que caem hoje dos céus em sintonia com o rasto ténue de lágrima no meu rosto, lá bem junto ao olho. O rasto ténue de lágrima – o único e o pouco que consegue sair, que tem espaço para sair, porque as trivialidades ocupam muito espaço. Porque as lágrimas das dores dos estilhaços, essas têm de ser choradas para dentro, engolidas como sapos viscosos, molhados e escorregadios… e amargos, muito amargos.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não conheço arrependimento. Nem sei bem o que isso é, tão raramente me visita. Não estou arrependida. Estou simplesmente. Aqui e agora.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Doce engano; enquanto o sonho me embalou nos teus braços, enquanto senti o paraíso que é sentir a tua angelical protecção, a minha casa foi a suprema felicidade. Doce engano; se não houvesse sido embalada pelo sonho e olhasse de frente a dura realidade, jamais conheceria, como conheço hoje, os aromas do paraíso. Por um instante, estive lá tão perto… talvez um dia eu consiga lá viver. Para sempre. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Não sei para que são estas lágrimas que caem do céu. Quererão elas lavar as minhas lágrimas, levá-las com elas? Pretenderão com isso aliviar a minha solidão? Se a minha solidão é maior que o mundo, igual ao amor que antes ocupava o espaço vazio do buraco que agora tenho no coração. Coração demasiado grande, demasiado vermelho e, por isso, agora sujo. E molhado. Ou talvez não.&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Mas se o amor que é verdadeiro nunca morre, mesmo com a chuva, mesmo com a sujidade, mesmo com os buracos… E agora? …&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;Dia triste de chuva. Logo eu que gosto de chuva… triste ironia. &lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;link href="file:///C:%5CDOCUME%7E1%5CHELENA%7E1%5CLOCALS%7E1%5CTemp%5Cmsohtml1%5C01%5Cclip_filelist.xml" rel="File-List"&gt;&lt;/link&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal" style="text-align: justify;"&gt;Dia triste de chuva, mas se eu gosto de chuva… da chuva que cai das nuvens e, sem tempo para mais, é de imediato arrastada pela violência do vento que agita tudo por onde passa, levando pelos ares folhas mortas e restos e lixos esquecidos no chão, obrigando-os a dançar em espirais de remoinhos num qualquer canto sem saída… que desfigura as árvores e os nossos rostos que se contraem involuntariamente… ainda que temporariamente… o vento que, segundo dizem, traz a mudança… traz mesmo a mudança... e a chuva, a purificação. &lt;/div&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal 	{mso-style-parent:""; 	margin:0cm; 	margin-bottom:.0001pt; 	mso-pagination:widow-orphan; 	font-size:12.0pt; 	font-family:"Times New Roman"; 	mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1 	{size:595.3pt 841.9pt; 	margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm; 	mso-header-margin:35.4pt; 	mso-footer-margin:35.4pt; 	mso-paper-source:0;} div.Section1 	{page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt; &lt;br /&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Coração vermelho, grande e sujo… purificado. Nunca mais será o mesmo. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;(04/03/2009)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-6377791077940447160?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/6377791077940447160/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=6377791077940447160&amp;isPopup=true' title='12 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6377791077940447160'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6377791077940447160'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2009/03/normal-0-21-false-false-false.html' title='Eu tenho um coração vermelho'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sa6brLaQF6I/AAAAAAAAEOg/KtiRA5qcv00/s72-c/cora%C3%A7%C3%A3o-vermelho-thumb2376187.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>12</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-1581460777450597201</id><published>2011-01-02T14:21:00.000-08:00</published><updated>2011-04-24T17:40:21.901-07:00</updated><title type='text'>Alma Lavada</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://1.bp.blogspot.com/-QCtnzzhGSiw/TbS-pJRGV_I/AAAAAAAAGW0/mTxlzVFsNeo/s1600/alma_lavada.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" height="232" src="http://1.bp.blogspot.com/-QCtnzzhGSiw/TbS-pJRGV_I/AAAAAAAAGW0/mTxlzVFsNeo/s320/alma_lavada.jpg" width="320" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Extraordinária paisagem essa que se consegue quando se olha ao redor e se vêm apenas casinhas baixas, construídas de pedras umas em cima das outras e ao longe o pinhal, o pinhal e mais pinhal. Uma cadelita e os seus dois filhotes dormem, mais além, uma sesta embalada pelo frio que se faz sentir; o frio que parece ser mais frio ainda, pelo meio das ruas apertadas de pedras e mais pedras. E pelo meio da vegetação verde húmido e brilhante... o frio parece mais frio. Mas eu não o sinto, ou se o sinto, gosto de o sentir. E vendo-me olhá-la com uma expressão amistosa, a bichinha dirige-se a mim, coxinha e tudo, mas feliz, na expectativa do mimo, que não se faz esperar. Acompanhada pelos pequenitos, que a rodeiam por todos os lados, pulando e saltando alegremente, a mãe vira a barriga para cima à espera de umas festinhas na barriguinha, magra, mas bem alimentada. E a festinha não se faz esperar. Cuidado que não os conheces, podem ter pulgas... por que motivo estas advertências nunca me demoveram? Tempos houve em que vivia aprisionada pela cautela... quase parecia que era apenas eu quem estava certa e todo o resto do mundo enganado. A cautela é, contudo, como tudo neste mundo, pois nada existe que seja absoluto nesta existência fragmentada... e escraviza como tudo o resto que se não tem em boa conta e boa medida. Escraviza, pois nada neste mundo permanece na mesma muito tempo e a cautela, como tudo, azeda e transforma-se em medo de viver. E o único verdadeiro medo de um ser humano é o medo de si próprio. E o medo de viver é o medo que se tem de si próprio.&lt;/div&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/-FynyR4jW4qo/TbTAei0dpYI/AAAAAAAAGW4/Gxm958XEOqU/s1600/retro.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://2.bp.blogspot.com/-FynyR4jW4qo/TbTAei0dpYI/AAAAAAAAGW4/Gxm958XEOqU/s1600/retro.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Mas nas ondas do mar revolto e pelo meio das pulgas saltitantes dos cães, dos gatos e por aí, a cautela não me visitava a alma, dava-me tréguas por um instante e eu, por um instante, vivia e gostava de viver... e sentia que, algures, existiria alguém para além da cautela, alguém por descobrir, alguém que levaria muito a descobrir, mas alguém por quem eu procurei sempre, porque sempre senti, alguém a quem eu nunca desisti de procurar... e como isso de procurar e não achar é só nas histórias... a realidade foi lenta, porém, generosa para comigo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O caminho que se seguiu foi cheio de surpresas, que só não foram verdadeiras surpresas porque eu já as conhecia de outras andanças, já as sabia por ali, mas transformaram-se em surpresas pelo amontoado de dias que separava esta minha visita de ontem da última vez que eu por ali lançara os meus olhares.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O burro comia esfomeadamente; apesar das visitas fixarem nele os seus olhares curiosos, limitava-se a fixar as visitas com a curiosidade dividida entre os visitantes e a fome devoradora, o seu maxilar inferior descrevendo círculos, os seus olhos pretos e redondos, ladeados de pestanas longas, como as de uma princesa, fixos em nós, mas nunca desistindo do repasto.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Na porta seguinte, uns brancos outros dourados, ao contrário do burro, largaram o que fosse que estavam a fazer e vieram espreitar os que à sua porta se assomavam para espreitar, não propriamente num acto de cortesia, mas para avaliarem a possibilidade de uma fuga, provavelmente porque desde aquele filme que se chamava “A Fuga das Galinhas” os galináceos não pensem em outra coisa que não experimentar a mesma aventura e a mesma emoção.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Sigo pelo velho trilho e deparo com dois lindos olhos vivos, verdes, fixando-me, esbugalhados, de prontidão para qualquer emergência, ou até, para a fuga antes sequer que tal se justificasse... e, ignorando os meus “bchi, bchi, bchi”, foge-me, sem me dar qualquer hipótese sequer de me aperceber de mais pormenores do seu focinhito fofo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há tempo para perseguir o gato (por ali já todos estão habituados e ver-me nessas figuras), o avô está lá em baixo e eu preciso perguntar-lhe se está melhor da queimadura na perna que fez na fogueira lá de casa.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;O avô e toda a família, nas lides agrícolas... e a cabra contemplando a agitação provocada pelo fluxo mais intenso que o habitual de personalidades menos familiares ao território dela... olha para mim, cabrita. E ela olha, e vem até na minha direcção. “As cabras são malucas”, disseram-me outrora e cheguei mesmo a ficar com receio de que viesse assim, lampeira, para fazer algum disparate, mas... esse medo nunca vence nestas alturas e acabei a fazer-lhe mimos, embora tivesse que enfrentar a desilusão do animal, que estava cheio de esperança que eu lhe tivesse levado uma folhita de covinha...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deambulei por ali, pelo terreno que o meu tio adquiriu recentemente (“Eu sou assim”, diz ele, em tom fatalista), fui indo, fui indo até chegar novamente perto da casa e avistar novamente o gatinho arisco, que logo fugiu mal os seus olhitos cruzaram os meus.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Antes havíamos feito uma incursão por caminhos acidentados, com porções da rocha mãe entrevendo-se pelas descontinuidades da terra, o pobre carro familiar, qual “Land Rover” no Lisboa-Dakar, debatendo-se para chegar ao nosso destino: o laranjal, diria eu, os poços, chamam-lhe eles. Poços, não sei quantos são, sei que eu até agora só lá vi um, com uma nora, onde eu gosto de brincar às mulas e ver os baldinhos subir e descer, apanhando e largando água. Mas desta vez, a missão era séria: resgatar as laranjas que ainda restavam depois de muitas terem sido queimadas pela geada... e mesmo assim, não conseguimos carregá-las todas: uma grade de cervejas velha e poeirenta encheu-se de laranjas, quase até caírem e rebolarem pelo chão... mas tínhamos ainda a minha mala, que eu levara a tiracolo e passara todo o caminho a perguntar-me o porquê de a ter levado, ali nem havia rede, nem o telemóvel me serviria do que fosse... a minha mala encheu-se de laranjas e ainda consegui perder uma pelo caminho; tive de correr atrás dela para que se não me escapulisse e fosse para algum sítio daqueles que realmente dá muito trabalho para lá chegar...&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Deixando a família para trás, caminhando no regresso, surge uma ponte... com um rio a passar por baixo... e já que paramos para contemplar o rio, por que não descer até lá? Descemos. Só tem interesse se chegarmos mesmo perto da água. E chegámos. O meu pai vai sempre mandar pedrinhas, daquelas lisinhas e achatadas, procurando vê-las chegar à outra margem, deixando atrás de si uma fila indiana de circunferências desenhadas na superfície da água. Acho que, pela primeira vez, tive a coragem de tentar imitá-lo e de enfrentar o total fracasso: as pedras saindo das minhas mãos, pareciam transformar-se em calhaus enormes e pesados que faziam um grande "BOLNC" na água e não percorriam mais do que 1/10 do percurso necessário para chegar ao outro lado, e não faziam mais do que uma circunferência enjilhada e distorcida, salpicada pelas gotas de água levantadas no mergulho da pedra... será que eu algum dia vou conseguir fazê-las chegar, com harmonia, ao outro lado?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div class="separator" style="clear: both; text-align: center;"&gt;&lt;a href="http://4.bp.blogspot.com/-GTbHhTO9LlA/TbTAnNbBlXI/AAAAAAAAGW8/W-Z90wzmwQg/s1600/pes.jpg" imageanchor="1" style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;"&gt;&lt;img border="0" src="http://4.bp.blogspot.com/-GTbHhTO9LlA/TbTAnNbBlXI/AAAAAAAAGW8/W-Z90wzmwQg/s1600/pes.jpg" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;(Janeiro de 2008)&lt;br /&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-1581460777450597201?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/1581460777450597201/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=1581460777450597201&amp;isPopup=true' title='7 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/1581460777450597201'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/1581460777450597201'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2008/01/alma-lavada.html' title='Alma Lavada'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/-QCtnzzhGSiw/TbS-pJRGV_I/AAAAAAAAGW0/mTxlzVFsNeo/s72-c/alma_lavada.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>7</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-2658680955162951294</id><published>2011-01-01T03:35:00.000-08:00</published><updated>2011-01-01T03:56:45.464-08:00</updated><title type='text'>Digital</title><content type='html'>&lt;a href="http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/R4ax6SS8dbI/AAAAAAAABhA/X4E_VWrK5tM/s1600-h/biometria4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; text-align: center; display: block;" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5154002438473938354" alt="" src="http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/R4ax6SS8dbI/AAAAAAAABhA/X4E_VWrK5tM/s400/biometria4.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;&lt;/div&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As linhas do dedo... tal como as linhas da mão, não se repetem por mais que uma vez, já que não há dois destinos iguais, já que não há dois dedos iguais, mesmo que assim o pareçam todos... uns maiores, outros mais pequenos, uns mais largos, outros mais estreitos, uns claros, outros escuros, uns direitos, outros deformados... uns de unha curva, outros de unha achatada, uns de unha arranjada, outros de unha encravada... mas um dedo é sempre um dedo... e é nas suas linhas que guarda o segredo. O segredo que não é segredo, afinal, que novidade existe na ideia de que somos todos únicos? De que nenhum de nós é igual, mesmo quando se põem dois lado a lado e, olhando-se-lhe para as feições, dir-se-iam iguais... haverá alguma coisa igual neste mundo? ... Acho que não; não há nada igual, a não ser que se o consiga repetir... e neste mundo nada se consegue repetir... o tempo não volta para trás... e mesmo que voltasse!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso do igual, foi invenção do ser humano, que precisa sistematicamente de inventar coisas que não existem, para se enganar e dizer que percebe, sem perceber que é essa tentativa de lhe fazer entender que o leva a caminhar ainda mais longe daquilo que é verdadeiramente compreender... mas ele tem de tentar, ou não fosse esse o seu motivo de existir - pobre condenado a não sair do mesmo lugar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Igual; sinal da matemática que diz que são iguais duas coisas que raramente o são; podem até ter o mesmo valor, mas iguais, iguais, não são...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E de depois de toda esta dissertação ainda restam dúvidas a alguém de que nada neste mundo é igual... pois que posso eu fazer?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se já todos ou quase borraram o dedo na tinta negra e o esborracharam contra um papel amarelo anunciando-se como "bilhete de identidade"; se já todos têm no seu âmago (não por causa do bilhete de identidade, mas por causa da sabedoria que sempre carregaram) a ideia que, tal como a impressão digital, nenhum de nós consegue ser igual a outro... então porque motivo insiste o ser humano em caminhar sob a sombra fresca e tranquilizadora da multidão? Por que motivo insiste o ser humano em gerir a sua vida em função daquilo que fazem os que o rodeiam? Por que motivo, quando dá por si, já fez tudo igual aos outros?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se até as linhas que rasgam a pele da cabecinha do dedo o rasgam de forma diferente em cada pessoa, por que motivo para fazer diferente dos demais é preciso fazer melhor?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Há, não só nos confins da Lusitânia, mas também e sobretudo, nos confins do Universo, um pequeno planeta azul que não se governa nem se deixa governar... e não é que seja rebelde, não não... é que até no ser rebelde os seus habitantes encontram maneira de ser iguais... sem saber que são todos iguais na sua essência, sem saber que no descobrir das duas diferenças individuais, do quão especiais são, está o segredo dessa essência... dessa unidade, dessa igualdade que tanto desejam... não, não é por rebeldia que não se deixam governar... é sim por pura ignorância...&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-2658680955162951294?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/2658680955162951294/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=2658680955162951294&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/2658680955162951294'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/2658680955162951294'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2010/05/digital.html' title='Digital'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/R4ax6SS8dbI/AAAAAAAABhA/X4E_VWrK5tM/s72-c/biometria4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-8190472373810517377</id><published>2011-01-01T03:30:00.000-08:00</published><updated>2011-01-01T03:53:04.802-08:00</updated><title type='text'>Egocentrismo</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sz4nmQonLiI/AAAAAAAAF5M/hC7oQNNeD28/s1600-h/Ego-1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sz4nmQonLiI/AAAAAAAAF5M/hC7oQNNeD28/s400/Ego-1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5421814539654475298" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ego = eu... centrismo = centro. E se mais se lhe não acrescentasse? Eu no centro... e porque não? É certo que dizer "egocêntrico" não costuma ser bom augúrio... vá-se lá saber porquê... pois se tudo no nosso mundo pessoal é de nós mesmos que parte... pois se é da base que se começa a construir a pirâmide. Pois se as fundações não estão sólidas... que será do resto do edifício? Se mais próximos de nós, só nós mesmos... sensata a decisão de começar pelo começo. Desde o dia que  se nasce que é dentro de nós mesmos que caminhamos, já que ainda não descobrimos modo diferente de caminhar. E é dentro de nós mesmos que estaremos, até onde a memória tal como hoje a conseguimos entender pode alcançar... A sabedoria está em cada grão de areia; arrecadada como se de um tesouro se tratasse em cada fio de cabelo, guardada a umas quantas chaves no entendimento de cada um... guardada, sim, mas não em demasia; é que supostamente todos lá devem chegar... e todos podem lá chegar, assim o desejem, assim o queiram. Então, porque não buscar primeiro nos cabelos... e só depois no grão de areia... e só depois em países longínquos, e em realidades inacessíveis em tempos de uma vida... ? Buscar talvez até primeiro em algo que é ainda mais primeiro, como o é o próprio entendimento, daquele que trazemos dentro da caixa, daquele que em breve começa a falar connosco, sem que pergunta lhe seja feita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aqui pode escrever-se qualquer coisa, ainda que não se lhe perceba a ligação ao resto, ainda que caia do céu por não ter unhas; as ligações entre as coisas existem sempre na verdade, não existindo portanto interesse em que eu aqui me encontre estabelecendo ligações entre seja o que for; a menos que assim me apeteça, e talvez hoje me apeteça assim; falar de egocentrismo, aqui, a esta altura das coisas... porque me apetece? Certamente; mas apetecer-me-á do nada? Se do nada nada provém... e o que é afinal o nada? Não sei... sei que este blog é egocêntrico por natureza, de nascença; como também o são todos por aqui, parece-me que cada vez mais, num padecer de egocentrismo galopante, alastrando por todos os blogues deste perfil... mas este sê-lo-á particularmente; irá ao âmago de um eu que está no centro; talvez outros por aqui pareçam mais egocêntricos ainda, mas por que é de um egocentrismo superficial que tratam... ao passo que aqui é de um egocentrismo profundo e convicto que tudo se trata...&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-8190472373810517377?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/8190472373810517377/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=8190472373810517377&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/8190472373810517377'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/8190472373810517377'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2010/05/egocentrismo_3302.html' title='Egocentrismo'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sz4nmQonLiI/AAAAAAAAF5M/hC7oQNNeD28/s72-c/Ego-1.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-385319878437126136.post-6600235178428521134</id><published>2011-01-01T03:25:00.000-08:00</published><updated>2011-01-01T03:49:35.581-08:00</updated><title type='text'>Impressionantes Impressões</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sza_Nyx-mYI/AAAAAAAAFxs/k-Mk-qrWqeo/s1600-h/not-impressed-cat-is-not-impressed.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 386px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sza_Nyx-mYI/AAAAAAAAFxs/k-Mk-qrWqeo/s400/not-impressed-cat-is-not-impressed.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419729445277571458" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Impressões que impressionam... mas quem impressiona não são propriamente as impressões... são os sulcos que as almas têm que desenham o desenho que as impressões fazem... ou não. E as almas que se deixam impressionar? Essas almas são especiais; não são as que fazem grande alarido, certamente... pois que no meio do alarido, vão-se os pormenores da impressão... e os pormenores são tudo... não são? São pois... Para ocorrer a impressão tem de haver silêncio, pois que o banzé faz interferências entre os sulcos da alma e as impressões que por lá se querem encaixar... é preciso estar em silêncio... não calado, mas em silêncio. E as impressões impressionam. Impressionam mais os que maior indiferença demonstram... pois os verdadeiros indiferentes não é indiferença que demonstram... pois a atitude superficial raramente é a mais profunda... Sê-de bem vindos ao meu "Impressionantes Impressões"; aquele espaço que me ajuda a que o silêncio se faça ouvir... e que as impressões se façam aqui impressionar, de preto o branco desta tela de pintor que é o papel feito de pixéis em que escrevo aqui. Mas note-se... nada aqui foi feito para impressionar... se impressiona, não impressiona: sois vós que vos deixais impressionar...&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sza_ObsjlVI/AAAAAAAAFx0/e7LXWkXWQSs/s1600-h/images.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 248px; height: 165px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sza_ObsjlVI/AAAAAAAAFx0/e7LXWkXWQSs/s400/images.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5419729456260683090" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/385319878437126136-6600235178428521134?l=impressionantesimpressoes.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/feeds/6600235178428521134/comments/default' title='Enviar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=385319878437126136&amp;postID=6600235178428521134&amp;isPopup=true' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6600235178428521134'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/385319878437126136/posts/default/6600235178428521134'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://impressionantesimpressoes.blogspot.com/2010/05/impressionantes-impressoes_27.html' title='Impressionantes Impressões'/><author><name>Porcelain Lenitta</name><uri>http://www.blogger.com/profile/03205343717582498308</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='21' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/-8ieugMw4Kiw/TiqqIatRQCI/AAAAAAAAGfg/3pYKg1kwLd0/s220/19076_1181397304235_1507283495_30392254_2046807_n.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_oL3-4wVQLNQ/Sza_Nyx-mYI/AAAAAAAAFxs/k-Mk-qrWqeo/s72-c/not-impressed-cat-is-not-impressed.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
